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El <i>Movimento de Mulheres Negras</i> como sujeto político y epistémico: autonomía y producción de saberes
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Palabras clave

Mujeres Negras
Autonomía
Interseccionalidad
Feminismo Negro
Epistemologías del Sur
Movimiento Social

Cómo citar

Miranda, M. R., & Edell Campos Lazo, A. (2026). El Movimento de Mulheres Negras como sujeto político y epistémico: autonomía y producción de saberes. Scientia International Journal for Social Sciences, 1(1). https://doi.org/10.56365/0z09nc07

Resumen

Esta investigación analiza el Movimento de Mulheres Negras (Movimiento de Mujeres Negras - MMN) en la década de 1980 como sujeto político y epistémico, destacando la autonomía como praxis colectiva y situada. A partir de un enfoque interseccional y decolonial, investigamos el recorrido histórico del MMN en el contexto de Río de Janeiro, entre los años 1980 y 1997, sus estrategias de resistencia y su capacidad de producir saberes arraigados en las experiencias vividas. El texto articula tres ejes centrales - acción política, producción de conocimiento y construcción de autonomía - para comprender cómo el MMN tensiona las estructuras hegemónicas y afirma epistemologías del Sur. Al reconocer el protagonismo de las mujeres negras en la elaboración de sentidos éticos y políticos, el artículo contribuye a los debates sobre justicia epistémica, derechos y transformación social.

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Referencias

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Derechos de autor 2026 Monica Regina Miranda, Angie Edell Campos Lazo (Autor)

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